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Com a flexibilização do isolamento, expectativa é que o consumo de carne bovina ganhe ritmo nos próximos dias

O mercado aguarda a retomada das atividades nos centros urbanos que devem ajudar no escoamento da carne no consumo interno

Com aproximação do início de mês, o mercado atacadista para a carne bovina começa trabalhar em ambiente mais especulativo. Duas possibilidades podem melhorar o consumo no mercado interno que são: a flexibilização do isolamento social e o pagamento dos salários no quinto dia útil do mês.

Em seu acompanhamento diário, a demanda por cortes bovinos seguem restritos e não tem espaço para ajustes de preços. “O mercado aguarda a retomada das atividades nos centros urbanos que devem ajudar no escoamento da carne no consumo interno”, relatou.

No levantamento da Agrobrazil, a referência segue estável para o boi casado em São Paulo e está próxima de R$ 12,55/kg e a para a vaca casada em São Paulo, o preço está em torno de R$ 11,90/kg.

Mercado físico

Em seu boletim matinal, a Radar Investimentos apontou que as tentativas de compra no mercado físico seguiram firmes durante esta semana. Por outro lado, os preços da carne no atacado mostraram algum recuo ligeiro.

Os participantes do aplicativo da Agrobrazil informaram negócios na região de Unaí/MG para o boi comum de R$ 192,00/@, à prazo com trinta dias para pagar e com data para abater em 03 de junho. Na localidade de Poconé/MT, o valor negociado para o animal comum está próximo de R$ 175,00/@, à prazo com trinta dias e com data para abater em 16 de junho.

Segundo do levantamento da Informa Economics FNP, a cotação para o boi China no Noroeste de São Paulo está próximo de R$ 202,00/@. Já na região de Dourados/MS, o valor negociação para o boi está em torno de R$ 181,00/@ e no Triangulo Mineiro está em R$ 192,00/@.

Ainda de acordo com a Informa Economics, os preços da boiada gorda se fortaleceram em algumas praças pecuárias do Brasil. “O mercado ainda avança de forma com baixa liquidez, mas as cotações, na maior parte do país, têm se sustentado em patamares firmes e elevados, mesmo com a aproximação do inverno e diminuição das chuvas”, destacou.

A Informa ainda ressaltou em seu relatório que o aumento da oferta de animais no mercado físico se mostrou abaixo do esperado e não foi suficiente para causar uma pressão baixista nas cotações. “A boiada gorda terminada já parece se esgotar, ao passo que os animais provindos do confinamento ainda não estão prontos para o abater”, apontou.

Em entrevista ao Notícias Agrícolas, o Diretor da Famasul, Frederico Stella, destacou que os preços para o boi gordo no estado seguem estáveis tem duas semanas, na qual o boi gordo está cotado próximo de R$ 180,00/@ e a vaca segue ao redor de R$ 175,00/@. “Nós tivemos um período de estiagem e os frigoríficos de grande porte aproveitaram para preencher as escalas de abate, mas agora as escalas recuaram”, comenta.

Mercado Futuro

Nesta quinta-feira (28), os indicadores futuros para o boi gordo finalizaram a sessão em campo misto na Bolsa Brasileira (B3). Apenas o contrato Maio/20 terminou o dia com uma alta de 0,05% e está cotado a R$ 205,55/@.

O junho/20 está precificado a R$ 201,50/@ e teve um recuo de 0,25%. Já o Julho/20 encerrou o dia com uma queda de 0,15% e foi negociado a R$ 202,00/@ e o contrato Outubro/20 teve uma perda de 0,49% e está cotado a R$ 203,00/@.

Fonte: https://www.noticiasagricolas.com.br/noticias/boi/260323-com-a-flexibilizacao-do-isolamento-expectativa-e-que-o-consumo-de-carne-bovina-ganhe-ritmo-nos-proximos.html#.XtD7Vp5KjoA

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